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Numa simples tarde se conseguiu um colchão anti-escaras para o Miguel… um gesto tão simples como assistir a um colóquio e gota a gota se conseguiu o objetivo!!!!

“Olá, sou o Miguel Ângelo Alexandre Oliveira, tenho 16 anos e venho aqui contar a minha história. Sofro de uma paralisia cerebral rara, a minha batalha começou no dia em que nasci, aos 6 meses comecei a ser seguido no Hospital Santa Maria com diagnósticos de:
-Tetraparesia Espática que é uma forma grave de paralisia cerebral onde não tenho controlo sobre o meu corpo;
-Distonia grave que é um disturbio neurológico do movimento que causa contrações musculares involuntárias que interferem no meu dia-a-dia, movimentos repetitivos de torção ou posturas dolorosas;
-Défice cognitivo grave que me impossibilita de falar, fazer a minha higiene, vestir-me, ir a escola, concentrar, estar atento, compreender e assimilar o que se passa a minha volta e o meu raciocinio.
-Doença Neuromentabólica muito grave;
Como vêm eu dava tudo para ser um menino como os outros para poder namorar, ir a escola, jogar a bola, brincar com as minhas irmãs e principalmente conseguir dizer a minha mãe o quanto lhe amo, mas é algo irreversivel e sem melhoras.
Sou completamente dependente da minha mãe para tudo porque não falo, não ando, como por uma sonda gastro e não me consigo sentar como os outros meninos. Sou muito calmo, mas quando tenho muitas dores choro muito, e a minha perna cada dia está pior! A minha mãe que tanto amo chama-se Maria Deolinda da Glória Alexandre e tem 38 anos e está desempregada, o meu pai é o meu desgosto porque além de ser alcóolico não ajuda com nada nem quer saber de nós! Tenho 3 irmãs muito lindas que amo muito, a Maria Olivia Alexandre Oliveira que tem 12 anos, a Maria Madalena Alexandre Oliveira de 7 anos e a pequena Ana Elisabete Alexandre Oliveira de 3 anos.
Como devem perceber a minha vida não é fácil, cá em casa o único dinheiro que entra vem da segurança social e são 320 euros que por vezes não chega para pagar as minhas deslocações ao hospital, a medicação e cuidados.
Quero pedir a vossa ajuda pois preciso de comer, fraldas, toalhetes, resguardos para a cama, um colchão anti-escaras para não criar feridas no corpo que custa 299 euros, um cadeirão feito especialmente para pessoas com o mesmo problema que eu que custa 400 euros e apoio financeiro.
Se quiserem me visitar eu vivo na Rua Mário Sacramento N°10 R/C-B em setúbal, o contato da minha mãe é o 915665481.”